O desconhecimento da importância da respiração tem causado muito prejuízo à capacidade vital do ser humano , principalmente na maioria dos ocidentais.
   Se repararmos na nossa própria ação de respirar notaremos que executamos este ato superficialmente. Não inflamos os pulmões em sua plena capacidade, e mal expelimos o ar residual contido em suas porções inferiores.

Essa atitude deficiente de se executar o ato respiratório reduz a capacidade pulmão no aproveitamento do oxigênio, e , consequentemente , confere à corrente sanguínea uma reduzida carga deste gás essencial à manutenção de nosso corpo físico denso.

   O resultado desta deficiência de oxigênio ocasiona um estado de permanente intoxicação no corpo humano, privando-o de um melhor estado de consciência, afastando a serenidade e debilitando a saúde geral.

  Este aproveitamento reduzido da capacidade pulmonar acaba por atrofiar as porções não utilizadas, gerando sempre um acúmulo e proliferação de microorganismos causadores de inúmeras moléstias e indisposições. Na verdade a grande maioria das pessoas utiliza apenas um terço da capacidade pulmonar.

   Para compreendermos a importância da respiração não devemos nos restringir apenas à absorsão do oxigênio. É necessário o conhecimento de um princípio hiperfísico que permeia a natureza, cuja sutileza está alguns bilhões de vezes acima do próprio oxigênio.
 Prana é a força de todas as manifestações energéticas a nível essencial da vida. É o princípio essencial do universo , que impulsiona a vida desde os elétrons até os insondáveis sistemas planetários. Citei os elétrons por uma finalidade didática, pois o Prana dá energia às desconhecidas partículas ainda muito menores e desconhecidas da ciência oficial.
   O Prana deriva do Fohat,  a energia das mais sutis, conhecida no meio místico como a partícula primordial.
   As pessoas que possuem o dom particular da clarividência conseguem observar pequenos pontos luminosos na atmosfera sob o céu azulado, esse enxame de pequenas luzes são os glóbulos vitais de energia prânica que confere a força vibratória que da forma e sustentabilidade a todas as coisas.

   É através da respiração correta e das inúmeras formas de exercícios respiratórios que absorvemos essa energia cósmica, que inunda todo nosso ser da plenitude de energia que encadeia todas as reações essenciais , seja de ordem física, psíquica ou etérea.

   Citarei aqui o utilíssimo recurso de obtenção da energia prânica através da respiração profunda.
Deveremos sentar em uma posição confortável com o busto erecto.
Descansar a mente isolando-se de todos os pensamentos que possam desestabilizar um estado de paz e de tranquilidade.
É essencial que pensemos em “Deus”, sejam quais forem as concepções que tenhamos de amor , harmonia , verdade e justiça. Aspira-se o ar lentamente através das narinas, sem forçar os pulmões.
Reter o ar por poucos segundos e expirar lentamente pelo nariz .
Buscando sempre , sem forçar, expandir ao máximo a capacidade pulmonar, assim também como esvaziar ao máximo, expelindo os resíduos de gás carbônico.
Durante o curto período de retenção do ar deve-se imaginar o prana interpenetrando todo nosso ser , nossas células, nosso pensamento, nossa alma.
E , ao expirar deve-se imaginar a retirada de todos detritos , toxinas  e energias nefastas.
A regularidade deste exercício , que poderá ser por volta de 10 a 15 minutos irá conferir uma sensação de serenidade , disposição e alegria.
Não importa qual hora poderá ser efetuado, porém , se for possível, poderá ser preferencialmente ao nascer do sol , que é a hora da renovação das forças da natureza.
A respiração profunda , acima descrita , com o passar do tempo tenderá a ser efetuada a cada momento, em todas as atividades do dia a dia, deixando-se o velho hábito da respiração superficial.
Também este ato de respirar profundamente irá constituir a base de todos os exercícios respiratórios, para que se alcance a etapa do raja yoga denominada pranayama , que é o domínio do prana.
Uma vez tendo dominado a força prânica um novo horizonte se descortinará.
A polaridade de nossos corpos densos ou sutis se equilibrarão inaugurando um novo momento na evolução espiritual , repelindo forças e disposições nefastas e atraindo, sempre mais , grandes ondas de energias de luz, de amor e de sabedoria.
Todo conhecimento, toda sabedoria e poder têm início no domínio próprio, e o pranayama nada mais é que um resgate da essência, da própria essência que nos constitui e nos dá a vida , em sua plenitude.
É a energia cósmica do universo (pelo menos a parte que está acessível à nossa dimensão).
Os hindus a chamam de Prana (ou Purana), os chineses de Chi (ou Ki), Wilhelm Reich chamava de Orgone, e no espiritismo se conhece por Energia imanente (ou primária).

Pode ser visto em dias de sol, com o céu bem aberto.

Para isso, fiquem deitados de costas, olhando para o céu.

Após algum tempo a vista relaxa, abrindo o campo da retina, e será possível ver minúsculas bolinhas brancas, às vezes com um pronto preto.

Surgem por um segundo ou dois, deixam um ligeiro traço e tornam a desaparecer.

Se você persistir na observação e expandir a visão, começará a ver que todo o campo pulsa num ritmo sincronizado.

Nos dias de sol, as bolinhas de energia, brilhantes, movem-se depressa.

Nos dias enevoados, mais translúcidas, movem-se devagar e são em menor número.

Numa cidade envolta em névoa e fumaça, são menos ambundantes, escuras, e movem-se muito devagar.

No Oriente dá-se o maior valor à respiração, pois é através dela que retiramos a energia para o nosso veículo extrafísico.

Nós fazemos isso toda noite, ao dormir. O corpo astral fica planando pouco acima do físico pra poder “se encher” de prana (através dos chakras).

Infelizmente isso é um processo inconsciente e poucos lembram de algo assim.

Mas existem técnicas e mais técnicas de Yoga pra absorção do Prana acordados. Recomenda-se fazer isso logo pela manhã, pois o ar é mais rico em energia.

Uma outra técnica, aprendida com Oráculo, recomenda que se coloque um copo com água pra receber os primeiros raios do sol.

Assim, a água se energiza, pois ela absorve muito prana.

É dessa forma que o planeta se limpa dos miasmas mentais de seus habitantes.

Imagine a poluição mental que fica no ar com tanto stress, violência, desesperança, fome, etc.

A chuva é um bálsamo, pois os pingos, ao caírem, vão “recolhendo” o prana da atmosfera e, como flechas, destroem as energias do pensamento de baixa vibração (que por isso mesmo ficam poluindo o ar mental, como nuvens de CO2 poluem o ar físico).

Há um episódio com Divaldo Pereira Franco, onde ele reclamou da tempestade que caía durante sua palestra e a mentora dele (Joana de Ângelis) lhe falou:

Meu filho, porque recalcitras?

Tu achas que deves dizer a Deus o que fazer?

Se choveu, havia uma razão. (…) quando foi anunciada a palestra, o Mentor da comunidade pediu aos céus para que uma tempestade varresse o ar, retirasse os miasmas… (Eu me lembrei de Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz, ao referir-se ao fogo purificador para limpar a psicosfera.)

E agora – prosseguiu ela – que a mensagem terminou, esses vibriões mentais, essas construções pestíferas do ódio foram afastadas ou destruídas pelos raios, os trovões, a chuva, e a paz permanecerá neste ambiente.

O prana é neutro ; é pura energia, sem quaisquer qualidades.

Essa energia pura pode adquirir qualquer qualidade sem perder sua pureza; é o que ocorre conosco, por exemplo, quando vestimos nossas roupas: ao fazê-lo, nós nos adaptamos a um modo de vestir, mas, ainda assim, continuamos sendo a mesma pessoa.

O prana pode ser usado para facilitar a meditação, o sexo, o combate ou a cura. Ele dá vitalidade ao corpo físico e nos dá também força para pensar.

Prana é energia física e mental.

`O movimento do pensamento na mente surge do movimento do prana; e o movimento do prana surge em função do movimento do pensamento da consciência. Eles formam assim um ciclo de dependência mútua, como o movimento das ondas e das correntes marítimas. ´

 

alive-934671_1920

 

Essa citação encontra-se numa antiga escritura, uma das mais respeitadas na Índia, e tem mais de 5000 anos.

Portanto, a informação aqui apresentada não é nova.

Existe há milhares de anos toda uma ciência construída sobre os efeitos do Prana.

Tradicionalmente, o Yoga ensina que existem cinco tipos de prana no corpo: o prana, o apana, o samana, o udana e o vyana.

Existe também o Prana cósmico que a tudo permeia, e que é a fonte de cinco pranas confinados ao corpo, cada qual com uma função específica.

Dos cinco pranas do corpo, em geral se admite que o prana e o apana são os mais importantes.

O prana repousa no coração e na cabeça ; o apana repousa na base da coluna e é conhecido como a `respiração para baixo ´.

Juntos, o prana e o apana formam a polaridade da respiração.

Essas duas forças são, na verdade, o que dá força à respiração.

O  prana é o aspecto solar (masculino) e o apana, o aspecto lunar (feminino).

Dos outros pranas, o samana repousa na região do umbigo e é conhecido como a `respiração para cima ´ ; o udana concentra-se na garganta porém move-se para cima e para baixo no corpo todo, mantendo-o unido.

CURA PRÂNICA

A cura prânica é um ramo do Yoga, que é uma das ciências védicas.

É uma abordagem não-violenta da saúde e qualquer pessoa pode aprendê-la.

Não agride o corpo, a mente nem as emoções.

Não tem nenhum sistema, nenhuma classificação e não é nociva à saúde.

Energizando o corpo, o prana revitaliza naturalmente, deixando-o apto para lutar contra as doenças e para conservar a saúde.

Esse é um método de cura tão antigo quanto à própria humanidade, um método totalmente natural.

A cura prânica é uma abordagem holística, ela revitaliza todo o organismo – corpo/mente/emoções.

Para ser mesmo eficaz, a verdadeira cura deve trabalhar não apenas com a doença manifesta, mas com a raiz do problema.

Algumas terapias alternativas realizam a cura prânica, por exemplo: Acupuntura, Yoga, Tai Chi, Reiki.

Estas terapias estimulam e regulam o fluxo do Prana quando conectados à mente, expandindo a capacidade energética no corpo humano.

A natureza está cheia de Prana puro e limpo, e devemos sempre nos aproximar deste Prana puro e reabastecer a energia vital.

Maneiras simples de criar esta conexão, vão desde abraçar uma árvore, friccionar os pés na grama, respirar o ar puro das florestas e das montanhas, até tomar sol diariamente por 20 minutos.

barefoot-482747_1920

 

Na vida moderna e atribulada que levamos, perdemos a fluidez do prana em nosso corpo, e constantemente as doenças e fatores emocionais terminam por dissipar a energia vital e deixar o corpo físico suscetível aos males cotidianos.

Ir em busca de uma Vida mais equilibrada e consciente do prana que existe em cada um de nós, permite uma Vida mais feliz.

Nadhi Shodana Pranayama

Pranayama não ė meramente a dinâmica respiratória: inspirar, exalar e reter. Essas três fases respiratórias não constituem prānāyāma, se fosse assim, os seres humanos e todos os animais estariam fazendo prānāyāma ao longo de toda a vida.

Pela tradição do Yoga, prānāyāma é o nome do conjunto de exercícios de controle da energia vital pela respiração. Controlar a respiração por meio desses exercícios é ampliar o fluxo e a circulação de prāna no corpo, ou seja ampliar os processos vitais e mentais.

🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉

Nādī shodhana prānāyāma ou anuloma viloma prānāyāma é uma prática de grande importância, tanto no aspecto energético como no aspecto mental. Shodhana significa limpar ou purificar, portanto é um exercício respiratório que purifica as nādīs (meridianos de circulação da energia vital: prāna) facilitando a distribuição do prāna em Sūkshma Sharīra.

Sūkshma Sharīra: é a nossa matéria sutil, na qual não a vemos com os olhos físicos porém facilmente compreendemos as suas manifestações. Sūkshma Sharīra corresponde ao nosso corpo energético (estrutura pranica ou prāna māyā kosha), pensamentos (mano māyā kosha) e conhecimento (vijñāna māyā kosha); aos nossos cinco ares vitais (pañcha prāna), aos órgãos sutis de ação e percepção do mundo (karmendriyas) e pelo complexo mental chamado de antah karana (manas: mente, ahamkāra: ego, intelecto superior: buddhi e consciência: chitta).

🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉

O respiratório alternado equilibra a circulação das correntes pranicas (idā nādī e píngalā nādī), equilibrar as oscilações da mente e do corpo, ampliar a força dos chakras e as suas energias intrínsecas, os pūrakas (inspirações) trazem mais prāna ao manipura chakra (plexo solar) e kūmbhakas (retenções) amplia o prāna em ājña chakra.

Se o corpo e a mente estiverem envolvidos em alasya (preguiça) e tamas guna (atributo da inércia ou lentidão) o respiratório alternado retira corpo e mente deste estado. O mesmo acontece se corpo e mente estiverem envolvidos no estado de rajas guna (atributo da agitação, excitação, nervosismo).

Preparação ao respiratório alternado:

Faça vishnu mudrā com a mão direita, você irá utilizar o dedo polegar direito para bloquear a narina direita e os dedos anular e mínino para bloquear a narina esquerda. A mão esquerda permanece repousada sobre o joelho esquerdo, em chin mudrā.

Ao longo de todo o respiratório alternado busque observar uma respiração silenciosa. Nas retenções, não há a necessidade de se inspirar tão profundamente para reter o ar, se isso for feito, dificulta a dinâmica do respiratório alternado, portanto, não inspire tão profundamente para fazer a retenção. Pūrakas mais suaves torna o kūmbhaka confortável.

Nas inspirações, inicie e mantenha o inspirar de forma suave ao longo de toda a contagem, retenha o ar nos pulmões como foi dito anteriormente e para exalar inicie soltando o ar bem suave. Nunca inicie a exalação de maneira rápida ou forçosa.

As três fases do prānāyāma:

Pūraka: inspiração

Kūmbhaka: retenção

Rechaka: exalação

🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉

Execução:

– Faça vishnu mudrā, exale e fecha a narina direita com o polegar direito;

– inspire pela narina esquerda em 4 tempos;

– retenha o ar nos pulmões e feche as duas narinas por 16 tempos;

– exale pela narina direita em 8 tempos;

– inspire direita em 4 tempos;

– retenha o ar nos pulmões e feche as duas narinas por 16 tempos;

– e exale pela narina direita em 8 tempos.

🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉

Isso constitui um ciclo do respiratório alternado, um ciclo inicia e finaliza pela narina esquerda. Esses tempos não necessariamente significam segundos, mas claro, você pode contá-los como segundos para ir se familiarizam com as fases respiratórias. O mais importante é observar a proporção do tempo: 1 de inspiração, 4 de retenção e 2 de exalação. No início faça de 4 a 6 ciclos e ao longo de semanas aumente até chegar a 10 ciclos.

🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉🕉

Revisão: SR.Black

Compartilhe esse conhecimento com seus amigos e amigas…

 

Apoia.se Rumo a Nova Humanidade

Canal de TV Online – Rumo a Nova Humanidade( Em testes)

Chat no Telegram

Conheça os Canais Parceiros de nossa Rede no Youtube

Inscreva-se em nosso canal exclusivo para Lives

———————————————————————————

Precisa de Moveis Planejados ou Sob medida, para sua casa ou empresa ?

MELHOR OPÇÃO MOVEIS SOB MEDIDA –  Clique aqui

Facebook Melhor Opção Móveis – Clique aqui

———————————————————————————-

Quer um site ou App, exclusivos e responsivos para você ou sua empresa ?

Kmali Agência Digital – Clique aqui 

Facebook Kmali Agência Digital – Clique aqui 

———————————————————————————-

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Entre com seu comentário
Entre com seu nome