Novidade!!
Instale e experimente nosso App exclusivo para celulares Android, é grátis!
Clique Aqui

Início Rumo a Nova Humanidade Zen #ZEN – Ame sem possuir, acompanhe sem invadir e viva sem depender

#ZEN – Ame sem possuir, acompanhe sem invadir e viva sem depender

752
0

 

O maior sinal do amor é deixar a pessoa amada ser ela mesma.

É também uma enorme amostra de maturidade psicológica.

E é algo muito difícil de alcançar, já que nossa sociedade “nos programa” para a posse.

Em uma cultura onde vale mais quem tem mais, é difícil não extrapolar esse conceito para as relações interpessoais. Então nos tornamos possessivos.

A origem da possessividade está no medo da perda

Basta-nos apenas termos algo, apenas sentirmos que algo é nosso, que já somos tomados pelo medo de perdê-lo. E quanto mais nos apegamos a essa posse ou quanto mais amamos a pessoa, maior é esse medo.

Em muitos casos, esse medo da perda remonta a experiências passadas, especialmente a infância, que deixaram cicatrizes dolorosas em nosso cérebro.

Apreciou-se que as pessoas que sofreram perdas na infância ou que não receberam atenção suficiente tendem a desenvolver um apego inseguro que as leva a depender dos outros ou a controlar suas vidas.

Essas pessoas exigem atenção constante e não querem compartilhar a pessoa especial com mais ninguém por medo que lhe “roubem” e desapareçam com ela de sua vida, o que as fará experimentar os sentimentos de desamparo que sentiam quando crianças.

No entanto, pode haver outras razões para uma pessoa desenvolver esse relacionamento possessivo. De fato, a possessividade sempre implica em insegurança e baixa auto-estima. Pessoas inseguras tendem a ser mais possessivas porque têm mais medo de perder o que conquistaram porque, no fundo, acham que não merecem isso.

O problema é que essas pessoas, em vez de analisar de onde vem essa possessividade, tentam neutralizar seus medos e inseguranças com mais controle.

A dinâmica perversa do controle

Houve uma vez um monge seguidor de Buda.

O monge costumava perambular dia e noite em busca de iluminação.

Ele carregava consigo uma estátua de madeira de Buda que ele próprio esculpira e todos os dias queimava incenso em frente à estátua e adorava o Buda.

Um dia ele chegou a uma cidade tranquila e decidiu passar alguns dias lá.

Ele se estabeleceu em um templo budista onde havia várias estátuas de Buda.

O monge seguiu sua rotina diária, assim também queimou incenso em frente a sua estátua no templo, mas não gostou da ideia de que o incenso que queimava por sua estátua chegasse às outras estátuas.

Então uma ideia lhe ocorreu: ele colocou um funil na frente de sua estátua para que o cheiro do incenso só chegasse a ela.

Depois de alguns dias, ele percebeu que o nariz de sua estátua estava preto e feio da fumaça do incenso.

Essa simples parábola nos mostra o que pode acontecer quando a possessividade nos cega. Na verdade, não é difícil cair em um comportamento do monge e acabar sufocando a pessoa que amamos.

No entanto, o curioso sobre o controle é que quanto mais você aplicá-lo, mais controle você quer, porém mais ilusório se torna.

Para amar e deixar ser, é necessário mudar nossa mentalidade

– Não confunda apego com amor.

A possessividade geralmente vem da confusão: interpretamos erroneamente nosso apego como amor.

O apego é uma emoção superficial que nos une, enquanto o amor é uma emoção mais profunda que nos liberta.

Amar alguém é deixá-lo ir, amarrar alguém é experimentar apego.

É por isso que a possessividade é uma forma de apego que não reflete o amor, mas sim nosso desejo e necessidade de controle.

– Deixe a necessidade de controle.

Possessividade surge da insegurança, que tentamos atenuar através do controle, porque nos dá a falsa ilusão de segurança.

No entanto, quando você percebe que na realidade o controle que você exerce é mínimo, porque a qualquer momento a vida pode arrebatar qualquer coisa ou qualquer pessoa, então você entende que não faz sentido desperdiçar tanta energia inutilmente.

Naquele momento, um pequeno milagre ocorre: em vez de se esforçar para controlar, você se esforça para desfrutar mais dessa pessoa ou de suas posses.

– Cultive seu “eu”.

A dependência emocional do outro e o desejo de controlá-lo surgem quando sentimos que não somos capazes de satisfazer nossas necessidades.

Quando temos um “eu” amadurecido, quando confiamos em nossas habilidades e nos conectamos com nossas emoções, a possessividade desaparece, simplesmente porque não precisamos disso, não tem razão de ser.

Portanto, para amar sem dominação ou dependência, é necessário realizar um profundo trabalho interior.

– Suponha que todos tenham o direito de ser.

Nós não fazemos bem aos outros quando impomos nossas opiniões e maneiras de fazer. Portanto, não caia no erro de tentar impor sua maneira de ver o mundo para “ajudar” o outro.

Ninguém é obrigado a atender às nossas expectativas, de modo que o maior presente que podemos dar àqueles que amamos é deixá-los ser e aceitá-los incondicionalmente.

Revisão: SR.Black

Compartilhe esse conhecimento com seus amigos(as)…

Saiba mais neste video:

 

Artigo anterior#ZEN – Onde está a Divindade da humanidade ?
Próximo artigo#DESPERTE – Seja inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude
SR Black
Pequena contribuição para todos que estão, como eu, trilhando o caminho de volta para Casa - para dentro de si mesmo. Meu objetivo aqui é compartilhar mensagens que encontro na net, ou que me são enviadas por amigos humanos ou Seres de outras realidades, dimensões ou planos existenciais, que ajudem na compreensão de várias áreas dentro do caminho espiritual. Tambem quero aqui compartilhar ensinamentos e técnicas que utilizo em meu caminho cujo objetivo é atingir a transmutação, alinhamento, harmonia, silêncio, Paz interior (que gera a exterior..), enfim... a união e a comunhão com o Divino. "Segue sempre teu coração; Mentes podem ser convencidas - o coração, não!" (Trecho do Livro "Mensagens dos Mestres - De Coração a Coração") "A Preocupação olha em volta, A Saudade olha para trás, A descrença olha para baixo, A Fé olha para cima, A Esperança olha para a frente e... O EU SOU vive o AGORA!" Muita Luz, Beleza, AMOR, Paz e BOM HUMOR sempre! Projeto Rumo a Nova Humanidade tem como objetivo: Em poucos anos, nosso planeta passará por imensas transformações em todos os níveis existenciais, portanto todos devemos: Promover todos os conceitos fundamentais para a elevação e iluminação do ser Amor, Liberdade, Perdão e Gratidão sobre todas as coisas Acolher, Amparar, Reeducar, Respeitar todos os seres vivos e proteger nosso planeta Orientar a todos através da busca constante do conhecimento Vamos todos juntos nos tornar melhores e livres, avançando sempre rumo a nova humanidade !!!