O site Black Vault tornou públicas as fotos, que seriam fotografias oficiais da Marinha dos EUA, obtidas num submarino por meio de uma câmera acoplada ao periscópio da embarcação. Ela mostra uma série de sequências, que ao que tudo indica são duas sequências distintas com ufos diferentes. Eles parecem sair ou entrar no mar. As fotos teriam sido obtidas em 1971 pelo submarino USS Trepang quando este fazia manobras militares no mar do norte.

A revista francesa “Top Secret” teria obtido as fotografias com um informante que (por motivos óbvios) prefere ficar no anonimato. Se eu vendesse imagens militares que são segredos de estado eu também teria medo.

A pesquisa realizada pelo site revela que o incidente teria ocorrido em 1971 em torno de Islândia.

Com as fotos em mãos, os pesquisadores do Black Vault foram atrás de pesquisar o caso. Eles apuraram que realmente o submarino referido ESTAVA em operação no lugar exato onde o informante disse naquela época. O comandante era exatamente a pessoa informada. Assim, os pesquisadores foram atrás do comandante. Segundo Black Vault o almirante se mostrou evasivo, e afirmou que ele só tinha visto um ‘iceberg’, porém, estaria disposto a “dar uma olhada nas fotos”.

De acordo com o que o Black Vault apurou, o submarino encontrou as naves por “acidente”, durante uma operação militar e científica conjunta de rotina. Foi um operador chamado John Klika quem inicialmente avistou o objeto com o periscópio e deu o alerta.

Como se sabe até o nome do oficial, o caso parece bem mais ancorado do que casos mais genéricos de ufos. Até o momento sabe-se apenas que esta coisa não é uma aeronave terrestre mas não há explicação para dois ufos diferentes. Não se sabe se são dois encontros diferentes (o que seria altamente improvável) ou se estava ocorrendo uma “operação” ufologica com mais de uma nave e o submarino estava no lugar e na hora certos por pura sorte.

Há uma série de anotações de Top Secret nas fotos, indicando que elas podem ter sido roubadas de um arquivo oficial ou extraviadas, já em papel e não em negativos.

No canto superior esquerdo há um texto que diz “Fotografia Oficial. Não é para ser liberado. CT”.

No canto inferior direito tem: “divulgação não autorizada do Assunto. Certificado de Segurança SSN 674. Sanção penal”

Uma das hipóteses levantadas, é que o ufo poderia ser um alvo militar. De fato, a Marinha dos EUA usou alvos-balão em exercícios de guerra. E os balões tinham esta forma de charuto.
Como podemos ver, existiam esses balões. Principalmente usados pela marinha inglesa. Mas há um problema com esta possibilidade: Balões não afundam. Balões não entram no mar levantando tanta água. E balões podem explodir, mas eles entortariam, se dobrariam e também não continham luzes. Além disso, um balão seria facilmente lembrado pelo comandante. Há também outra questão: O submarino estava em operação de pesquisa e não em manobra de guerra, o que torna um balão-alvo algo improvável. Assim, levando tudo isso em conta, parece frágil a hipótese do balão.

Bizarras fotos de dois ufos feitas por um submarino nos anos 70

Bizarras fotos de dois ufos feitas por um submarino nos anos 70

Então, estamos num período de intensas novidades no cenário ufológico. Além daquele video que pode ser a melhor filmagem de ufo de 2015, uma série de fotos recentemente liberadas por um site ufológico ganharam destaque após serem também publicadas numa revista francesa que trata do assunto além de outros mistérios.

O site Black Vault tornou públicas as fotos, que seriam fotografias oficiais da Marinha dos EUA, obtidas num submarino por meio de uma câmera acoplada ao periscópio da embarcação. Ela mostra uma serie de sequencias, que ao que tudo indica são duas sequencias distintas com ufos diferentes. Eles parecem sair ou entrar no mar. As fotos teriam sido obtidas em 1971 pelo submarino USS Trepang quando este fazia manobras militares no mar do norte.

Considerando uma mancha cinzenta por baixo do enorme ufo, suspeito que ele estivesse saindo da água.  Essa linha em forma de cruz é padrão nos periscópios e permite obter medições.

A suposta nave da segunda sequencia é uma nave gigante triangular, que poderia ter correlação com o famoso caso das “luzes de Phoenix”.

 

A tal revista francesa teria obtido as fotografias com um informante que (por motivos óbvios) prefere ficar no anonimato. Se eu vendesse imagens militares que são segredos de estado eu também teria medo.

As fotos mostram claramente os dois UFOs a partir de diferentes ângulos e, finalmente, um par de fotos dele entrando (ou saindo) do mar.

A pesquisa realizada pelo site revela que o incidente teria ocorrido em 1971 em torno de Islândia.

Com as fotos em mãos, os pesquisadores do Black Vault foram atrás de pesquisar o caso. Eles apuraram que realmente o submarino referido ESTAVA em operação no lugar exato onde o informante disse naquela época. O comandante era exatamente a pessoa informada. Assim, os pesquisadores foram atrás do comandante. Segundo Black Vault o almirante se mostrou evasivo, e afirmou que ele só tinha visto um ‘iceberg’, porém, estaria disposto a “dar uma olhada nas fotos”.

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Icebergs não voam

Preciso fazer um parêntese aqui para lembrar que na lei militar dos EUA (Não sei quanto a do Brasil) a quebra de sigilo militar prevê a SUSPENSÃO PERMANENTEda aposentadoria, além de poder dar até cadeia. Assim, é de se esperar que o almirante não vai ser do tipo Uyrangê Hollanda. Caras assim não aparecem todo dia.

De acordo com o que o Black Vault apurou, o submarino encontrou as naves por “acidente”, durante uma operação militar e científica conjunta de rotina. Foi um operador chamado John Klika quem inicialmente avistou o objeto com o periscópio e deu o alerta.

Como se sabe até o nome do oficial, o caso parece bem mais ancorado do que casos mais genéricos de ufos. Até o momento sabe-se apenas que esta coisa não é uma aeronave terrestre mas não há explicação para dois ufos diferentes. Não se sabe se são dois encontros diferentes (o que seria altamente improvável) ou se estava ocorrendo uma “operação” ufologica com mais de uma nave e o submarino estava no lugar e na hora certos por pura sorte.

Há uma série de anotações de Top Secret nas fotos, indicando que elas podem ter sido roubadas de um arquivo oficial ou extraviadas, já em papel e não em negativos.

No canto superior esquerdo há um texto que diz “Fotografia Oficial. Não é para ser liberado. CT”.

No canto inferior direito vem: “divulgação não autorizada do Assunto. Certificado de Segurança SSN 674. Sanção penal”

Veja abaixo a sequencia de fotos espetaculares

 

Aqui está o local onde teria se dado o inusitado registro.

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Diante das fotos, podemos especular livremente, é claro.

Uma das coisas que se pode notar nessa sequencia de fotos é que parecem ter sido reveladas em dois bolcos, por laboratórios diferentes. Talvez seja um procedimento de segurança, talvez simplesmente uma parte da ação daquele dia foi feita num rolo de filme e o restante em outro rolo, já que em 1971 as fotos eram somente em filme. Pela luminosidade avermelhada numa das fotos (janela ou fogo ou sei la o que era aquilo) sabemos que são fotos coloridas num dia nublado – tempo padrão no mar do norte.

Aliens que querem petróleo?

Há quem sustente que após analisar as imagens, os ufos estariam numa operação de buscar petróleo na terra.  É incrível a capacidade especulativa do ser humano. Nessa lógica, se a região é rica em petróleo, e naves foram vistas na região, = aliens que querem petróleo. Quanto a isso, há zero embasamento lógico, uma vez que naves que levitam não parecem depender de motores à explosão como os nossos primitivos motores. Não tem nenhum indício de sonda ou tubo ou mesmo petróleo nas fotos. Seguindo essa ideia, poderíamos supor que os aliens poderiam querer também comer o King Crab que só habita essa região, hehe.

Mas há outras especulações possíveis, eu acho. Por exemplo, com base no que há no fundo das fotos, eu poderia separar as mesas em dois conjuntos distintos, o que parece fazer sentido porque eles mostram duas naves distintas também. Veja:

 A nave charuto:

Eu ordenei as fotos na sequencia que eu ACHO que poderia ter ocorrido.

Primeiro o Ufo pode ter sido visto entrando e saindo do mar. Essa sequencia inicial pode não ter sido registrada, porque simplesmente o oficial não esperava. Até dar o alerta, o submarino entrar em modo defensivo e eles conseguirem ativar a câmera no periscópio, deve ter se passado alguns minutos. Dessa forma, a primeira imagem, mais lavada indica maior abertura do diafragma, e mostraria a nave charuto estacionária, onde podemos ver que escorre muita água dela numa só área. Estariam se livrando de algum tipo de lastro? Parece possível.

Na segunda foto, podemos ver que o fotografo aumentou a velocidade do obturador, afim de registrar o que poderia ser algo em movimento rápido. É coerente com a imagem, que parece mostrar que o objeto rapidamente subiu e virou-se para um novo mergulho. Note a inclinação e a água como subiu alto, indicando o impacto e a velocidade. O tanto de água também nos dá uma dica preciosa da dimensão colossal do troço.  Impactado pelo mergulho, o fotógrafo “sentou o dedo” sem pena. Reistrando uma segunda imagem do mergulho quase simultânea, onde podemos ver que o objeto se inclinou em 90 graus extremamente rapido, e sabemos isso pela altura da água!

Após esse pancadão, a imagem que segue é estranha, inesperada. Ela mostra o objeto aparentemente estático. Ele não afundou de uma só vez. É como se estivesse mudando uma marcha, ou se preparando para descer. A água ejetada caiu, e não vemos sequer grandes ondas ao redor do ufo. Só um pouco de espuma. Isso sugere que o objeto ficou parado por alguns segundos, com metade debaixo dágua e metade acima.

Me parece que após a quarta foto, o objeto mergulhou e o fotografo do submarino não viu vantagem em registrar só o mar. Ou talvez tenha registrado e quem roubou não teve interesse em água.

A quinta foto da sequencia revela algo interessante. O objeto estava saindo do mar. É possível imaginar isso, porque agora a inclinação está para o lado oposto ao lado de entrada na água.  Nessa imagem, temos ainda outro elemento inesperado. O objeto parecia estar aquecendo violentamente ao ponto de vaporizar muitos litros de água, o que gerou uma enorme nuvem de vapor. Mas também podemos especular se algo não teria saído errado. A nave poderia estar com problemas, soltando muita fumaça. Guarde este detalhe do charuto soltando fumaça. Voltarei a isso mais à frente!

O que poderia indicar um problema, é que o ufo parece soltar fumaça e não vapor, já que vapor é branco e a nebulosidade que parece sair do objeto tem tons escuros. Embora não seja uma fumaça preta, produto de carbonização. A tonalidade poderia ser produto da luz solar, incidindo por trás do objeto registrado, e sabemos disso pelo reflexo na água.

A última foto mostra a nave aparentemente se estabilizando, ficando na horizontal novamente. Nessa podemos notar um ponto de luminosidade vermelha. Um ponto de calor? Uma janela? Talvez, mas ninguém poderia dizer com certeza. O que podemos dizer que é a nuvem estava se espalhando rapidamente ao redor do objeto.  Aqui cabe uma outra especulação. Talvez capturado em plena ação a nave estivesse usando uma alta vaporização para tentar se ocultar. Não seria o primeiro caso, existem alguns casos na ufologia onde ufos parecem cobertos com uma camada de vapor ou algo parecido. Essa é uma hipótese frágil, mas se pensarmos na discrepância da foto 1 quando começa o registro e a final, perceberemos que a nave não parece gerar a fumaça na  imagem 1. Levando isso em consideração, poderíamos imaginar que talvez o mergulho tivesse como objetivo se ocultar do submarino, ou ainda mais assustador, talvez a nave tivesse mergulhado justamente para sondar o submarino, que poderia estar submerso por questões defensivas!

Um alvo militar?

Uma das hipóteses levantadas, é que o ufo poderia ser um alvo militar. De fato, a Marinha dos EUA usou alvos-balão em exercícios de guerra. E os balões tinham esta forma de charuto.

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H.M.S Canning and its observation balloon. CREDIT: National Geographic.

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Como podemos ver, existiam esses balões. Principalmente usados pela marinha inglesa. Mas há um problema com esta possibilidade: Balões não afundam. Balões não entram no mar levantando tanta água. E balões podem explodir, mas eles entortariam, se dobrariam e também não continham luzes.  Além disso, um balão seria facilmente lembrado pelo comandante. Há também outra questão: O submarino estava em operação de pesquisa e não em manobra de guerra, o que torna um balão-alvo  algo improvável. Assim, levando tudo isso em conta, acho frágil a hipótese do balão.

 

O ufo triangular gigante

Aqui está um outro ufo, também registrado pelo submarino. Esse segundo ufo é o que torna tudo mais intrigante e leva o caso a um outro nível. Pense com a mente de um fraudador. Você dificilmente colocaria duas naves tão distintas num mesmo caso, porque isso claramente enfraquece muito o teor da história. Se são duas observações distintas, como as fotos reveladas em laboratórios diferentes sugerem, seria extremamente improvável alguém dar a mesma sorte insólita num curto período de tempo.  As chances disso são tão remotas, que eu acharia sensato descartar essa hipótese. Seria mais viável imaginar que, após a observação do ufo charuto, os militares ficaram intrigados com a ação. Talvez a nave tivesse retornado ao mar após a segunda “levantada”? Suspeito que sim.  Em busca de entender o fenômeno e/ou aguardando instruções, é possível que o submarino estivesse ficado na área “guardando caixão”, na esperança que o charuto decolasse novamente.

Pode ter se passado uma quantidade de tempo indeterminada entre os registros, já que fotos analógicas não guardavam dados de tempo.

Assim, sabe-se lá quando, um segundo avistamento ocorreu e como eu já expliquei, talvez ele seja relacionado com o primeiro. E aqui está o bizarro: Surge do mar outra nave. Essa com um formato de asa gigante, contendo um recorte na parte de trás.

Curiosamente, há relatos dessa forma na casuística. Inclusive na nossa boa e velha Operação Prato! E não apenas da asa, mas do charuto também, onde o militar que observou informou no relatório que ele tinha 100 metros de comprimento e com uma parte com luminosidade vermelha:

página 016 (1)

Já o ufo com forma de asa:

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Note a similaridade com a forma do objeto do mar do norte:

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Principalmente o que parece ser um corte ou calombo na parte de trás da “asa”. É muito similar! Atente para a inclinação da aeronave em baixa altitude. Manobra inviável para aviões terrestres sem resultar em queda.

Também parece diretamente ligada a “Asa voadora italiana” que esta nos arquivos do MUFON:

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 Pilotos que sobrevoavam  os céus da Bologna às 22:30h, em 18 de janeiro de 1980 viram uma impressionante “asa voadora”. O objeto foi testemunhado por mais de 30 minutos. Fez um giro e começou a voar na direção dos observadores lentamente. Tornou-se muito grande e parou, e fez um movimento grande aderência sem inclinação. Era uma asa voadora grande ou bumerangue, com três pontos de luz distintos ao centro. Ele fez um barulho estranho. A asa foi estimada em mais de 300 metros de comprimento.

Note que tanto o caso do submarino (71) como a operação prato (77) e a asa italiana (80) pegam uma janela de tempo bem próxima. Não sei se isso tem alguma relação, mas não me passou despercebido.

Vamos à sequencia do que eu ACHO que rolou:

Nessa sequencia, nada nos indica que a nave triangular gigante saiu da água. Ela parece de “costas” para o submarino. É possível que ela tenha aparecido no exato local onde o charuto mergulhou, e o submarino pode ter se afastado da área. Podemos supor uma passagem de tempo ou ângulo diferente, porque a enorme nuvem do horizonte ja não está mais lá e a luz na água indica outra hora, com mais luz solar. O sol agora parece estar atrás do periscópio, pela grande quantidade de reflexos.

O ufo triangular faz uma manobra. Ele está se inclinando e rotacionando, o que gerou a forma estranha da segunda foto. Essa é especialmente interessante, porque notamos que o objeto não tem um volume uniforme. O “calombo” na parte central inferior dessa nave fica mais visível nesse ângulo.  A última dessa sequencia mostra a nave ainda no processo de giro. Após virar a ponta da asa na direção do periscópio do submarino, ela se levantou, indicando que talvez estivesse prestes a fazer um mergulho também. Suspeito que a forma com menor arrasto para um objeto dessa morfologia mergulhar seria justamente este, mergulhando de lado. Mas não sabemos se ela de fato mergulhou. Poderia estar em busca do charuto defeituoso? É uma hipótese a se considerar. Há uma base submarina ali? Esta é outra hipótese.

A nave triangular é menos espetacular em suas fotos do que o ufo charuto. Isso nos leva a fazer algumas perguntas. Se isso fosse uma fraude deliberada, seria muito pouco vantajoso investir em tempo e trabalho para fazer dois ufos diferentes, ainda mais com o complicador de duas naves diferentes numa mesma história. Isso me parece um ponto a favor da credibilidade do caso, por parecer insólito duas naves, um falsificador querendo imprimir realismo, fugiria dessa linha, já que tudo que um cara desses quer é que sua história pareça bem amarradinha e sem embolações no meio de campo.

É importante ressaltar que eu estou SUPONDO que a nave charuto foi vista primeiro que a triangular. Nada indica isso, pode ter sido o inverso.

Ufos charuto e a fumaça

Fuçando nos meus arquivos, achei dois casos que envolvem um ufo charuto, água e fumaça. Ambos são casos antigos.

Caso Puerto Deseado

Uma informação publicada pela Universal Publishing and Distributing Corporation  em 1978 revelou um avistamento por um agricultor chamado Carlos Corosan, na época com 35 anos.  O incidente foi em 18 de março de 1966 às 16:00. Foi na praia de Puerto Deseado na Patagônia. Carlos estava passeando na praia deserta quando ouviu um som altíssimo que feriu seus ouvidos.

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Ao olhar para cima, Carlos notou o gigantesco charuto que trafegava em linha reta, a apenas 30 metros de onde ele estava. O objeto trafegava lentamente, media entre 25 e 30 metros de largura e estava soltando fumaça cinza.  O som era o do motor de arranque de um carro.  Corosan disse aos jornais que estava absolutamente convicto que o objeto era de ferro ou outro metal, pois refletia o sol. A cor era (como no ufo do caso relatado aqui) cinza escuro, liso, sem marcas nem janelas.  O ufo parou subitamente,  e começou a soltar muita fumaça, dessa vez escura. Soltou tanta fumaça que Carlos, temeu que ele fosse explodir e fugiu para se esconder num bosque próximo. De lá ele testemunhou a ação do ufo. O ufo começou a vibrar violentamente. Ali Carlos teve a certeza que ele ia explodir.

Uma nova quantidade de fumaça saiu da nave. Mas ela não estourou. Ela começou a levitar lentamente para cima até sair do ângulo de visualização de Carlos. Ele então correu para o alto de uma colina para ver melhor. Foi quando ouviu uma enorme explosão seguido da redução do ruído que a nave fazia.

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Carlos viu a nave mergulhar no mar nas águas do golfo. Apesar do incidente e notícias, jamais houve comunicado oficial do governo sobre ele.

O caso Puerto Maldonado

Em 19 de julho de 1951, Domingo Troncoso, funcionário da alfândega em Puerto Maldonado, na fronteira do Peru e da Bolívia, notou um grande objeto em forma dirigível voando baixo e horizontalmente na parte da tarde, indo da direita para a esquerda. O objeto deixou um rastro de fumaça densavapor ou alguma substância espessa e branca semelhante. Foi expelido a partir da extremidade traseira do objeto durante o vôo. Tudo indica que o objeto era uma máquina real e estruturada, ja que pôde ser visto por sua reflexão sobre as águas do rio Madre de Dios abaixo. Mr. Troncoso conseguiu uma câmera e fez uma boa foto do objeto em forma de charuto. A fotografia foi publicada em um jornal em 06 de julho de 1952.

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Como podemos ver a relação envolvendo água, ufo charuto e fumaça esquisita não é uma novidade. Na sequencia da nave charuto, podemos ver que o filme foi revelado no laboratório Sygma que fez questão de meter a marca d´água deles.

Os ufos, os OSNIS e Quacker

A incidência de ufos em áreas de mar é extremamente comum. Os casos se contam às centenas, e há pelo menos um caso envolvendo um ufo charuto e mar com direito a uma potencial abdução, narrada ao vivo pelo piloto.

UFOS Desaparecimento de Avião Caso do Piloto Frederick Valentich

É o famoso caso Valentich, onde um piloto de monomotor relatou no radio com a torre de controle da Austrália estar nas proximidades de um ufo que poderia facilmente se encaixar na forma do ufo fotografado pelo submarino. Do trecho da gravação de radar do caso Valentich temos:

 

1906: 14 DSJ Melbourne, este é o Delta Sierra Juliet.Existe algum tráfego conhecido abaixo de cinco mil?
FS Delta Sierra Juliet, sem tráfego conhecida.
DSJ Delta Sierra Juliet, eu sou, parece ser um grande avião abaixo de cinco mil.
1906: 44 FS Delta Sierra Juliet, que tipo de aeronave é?
DSJ Delta Sierra Juliet, não posso afirmar, é quatro brilhantes, parece-me como luzes de pouso.
1907 FS Delta Sierra Juliet.
1907: 31 DSJ Melbourne, este é o Delta Sierra Juliet, a aeronave acaba de passar por cima de mim, pelo menos, mil pés acima.
FS Delta Sierra Juliet, roger, e é um grande avião, confirmado?
DSJ Er-desconhecido, devido à velocidade que está viajando, há alguma aeronaves da Força Aérea nas proximidades?
FS Delta Sierra Juliet, nenhuma aeronave conhecida na vizinhança.
1908: 18 DSJ Melbourne, está se aproximando agora de leste para mim.
FS Delta Sierra Juliet.
1908: 41 DSJ (Microfone aberto por dois segundos.)
1908: 48 DSJ Delta Sierra Juliet, parece-me que ele está jogando algum tipo de jogo, ele está voando em cima de mim duas, três vezes a velocidades que não consegui identificar.
1909 FS Delta Sierra Juliet, roger, qual é o seu nível real?
DSJ Meu nível é de quatro mil e quinhentos, quatro cinco zero zero.
FS Delta Sierra Juliet, e você confirmar que você não pode identificar a aeronave?
DSJ Afirmativa.
FS Delta Sierra Juliet, roger, stand by.
1909: 27 DSJ Melbourne, Delta Sierra Juliet, não é uma aeronave é(microfone aberto por dois segundos).
1909: 42 FS Delta Sierra Juliet, você pode descrever a aeronave -er-?
DSJ Delta Sierra Juliet, como está voando passado é uma forma longa (microfone aberto por três segundos) não pode identificar mais do que tem tal velocidade (microfone aberto por três segundos). É antes de mim agora Melbourne.
1910 FS Delta Sierra Juliet, roger e quão grande seria o - er - objeto ser?
1910: 19 DSJ Delta Sierra Juliet, Melbourne, parece que ele está parado. O que eu estou fazendo agora está orbitando ea coisa está orbitando em cima de mim também. Ele tem uma luz verde e tipo de metálico como, é toda brilhante do lado de fora.
FS Delta Sierra Juliet
1910: 46 DSJ Delta Sierra Juliet (microfone aberto por três segundos) É simplesmente desapareceu.
FS Delta Sierra Juliet
1911 DSJ Melbourne, você saberia que tipo de aeronave que eu tenho? É um avião militar?
FS Delta Sierra Juliet, Confirme a - er ~ aeronave simplesmente desapareceu.
DSJ Repita.
FS Delta Sierra Juliet, é a aeronave ainda com você?
DSJ Delta Sierra Juliet; é (microfone aberto por dois segundos) agora se aproximando do sul-oeste.
FS Delta Sierra Juliet
1911: 50 DSJ Delta Sierra Juliet, o motor é áspero-em marcha lenta. Eu tenho isso fixado em vinte e três e vinte e quatro a coisa está tossindo.
FS Delta Sierra Juliet, roger, quais são suas intenções?
DSJ Minhas intenções são - ah - para ir para King Island - ah - Melbourne. Essa aeronave estranha está pairando em cima de mim novamente (microfone aberto por dois segundos). Ele está pairando e não é uma aeronave...
FS Delta Sierra Juliet.
1912: 28 DSJ Delta Sierra Juliet. Melbourne (microfone aberto por 17 segundo).

 

Ouve-se som de metal raspando e o radio silencia. A partir desse ponto o avião de Valentich ou seus destroços desaparecem, e ele nunca mais é encontrado. Tempos depois as equipes de busca acharam uma mancha, de óleo, mas a análise da mancha de combustível encontrada próximo ao local onde Valentich havia feito seu último contato via rádio, não era de avião.  Apesar da aeronave ter estado equipada com quatro coletes salva-vidas e um “rádio farol” de emergência, bem como ter sido desenhada para boiar na água por vários minutos, nenhum sinal dela jamais foi encontrado.

Antes de desaparecer para sempre, Valentich relatou que o objeto era longo e com luzes esverdeadas. Estranhamente, é uma forma muito similar ao ufo-charuto registrado em video no reino Unido em 3013, a seguir:

imagesluzverde

o-CIGARUFOVERYLG-570 

2013 é o mesmo ano em que este foi filmado na Suécia:

Seja lá o que forem, esses objetos em forma de charuto estão por aí há muitos e muitos anos. Há relatos de “zepellins” desconhecidos voando e assustando pessoas nos jornais antigos.

Formas assim tem sido vistas até no espaço
Formas assim tem sido vistas até no espaço

 

iss ufo cigar shaped ufo space

Objetos similares ja foram vistos e filmados, entrando e saindo do vulcão Popocatepetl no Mexico
Objetos similares já foram vistos e filmados, entrando e saindo do vulcão Popocatepetl no Mexico

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Formas estranhas cilindricas foram registradas na idade média na famosa batalha espacial de Nuremberg em 1661.

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Formas cilindricas voadoras já eram relatadas na época dos romanos!

Há também um numero expressivo de casos onde objetos entram e saem do mar. Convencionou-se de chamar de OSNIS os objetos que tem comportamento anômalo debaixo d´água.

Dos osnis mais famosos, um dos que nos interessaria neste caso é o Quacker. O quacker chama atenção, porque foi um fenômeno localizado, que acontecia justamente na ÉPOCA das fotos do submarino em questão, e exatamenteNAQUELA ÁREA!

Este fenômeno ficou conhecido de um numero restrito de profissionais ligados aos militares, à OTAN e à KGB durante a Guerra Fria.

O Quacker.

O quaker foi o nome dado a uma coisa desconhecida que fazia um barulho no mar. Não se engane, ao longo de décadas, diversos barulhos estranhos e desconhecidos foram registrados por hidrofones em todos os oceanos da Terra. A maioria deles tem nomes peculiares, como “bloop”, “quacker”, “upseep”, “Julia”, “Slow Down”, entre outros… Mas vamos ao Quaker:

O quacker é um fenômeno bastante esquisito, porque ele foi um som reportado e registrado documentalmente por marinheiros soviéticos num submarino militar de patrulha no mar do norte. O som do quacker lembrava o som de sapos coachando, mas isso lá no fundo do mar.

E ele não foi testemunhado por apenas uma tripulação. Outras embarcações também reportaram o quacker, que parecia ocorrer especialmente no Atlântico Norte.

Vários submarinos registraram o Quacker
Vários submarinos registraram o Quacker

O som bizarro ganhou este nome porque ele começou a ser registrado durante a Guerra Fria. Nessa época, os soviéticos patrulhavam o fundo do mar em busca dos seus potenciais inimigos da América do Norte e para isso usavam poderosos hidrofones, além de detectores de sonar sofisticados.

Em uma certa área, o Quacker “aparecia”. O que quer que produzisse o quacker, ao que se sabe, nunca foi visto, apenas registrado por equipamentos. E foi este fenômeno que lhe deu seu nome. Quando o submarino deixava a zona em que ocorria o Quacker, o emissor do estranho som simplesmente fazia um barulho que lembrava a palavra “quacker” e o som simplesmente desligava e voltava a reinar o silêncio no fundo do mar. Após muita pesquisa da União Soviética, ficou estabelecido que o Quacker era realmente produto de algum “equipamento” desconhecido. Não era bicho ou terremoto submarino.

Pra piorar, esses objetos exibiram um comportamento não muito diferente de algum ser vivo ou navio tripulado, pois ele mostrava um interesse óbvio no submarino de passagem, circulando ao redor dele (!!!) (obs: Sabe-se isso pelas alterações na frequência do sinal captado), tentando ativamente evitar pulsos de sonar, e assim por diante.

A velocidade de alguns destes objetos que faziam o quacker (estimada pelo Doppler Shift da mudança de sua frequência sonora) estava na faixa de 200 km/h debaixo dágua, muito maior do que qualquer submarino ou embarcação hidrodinâmica então conhecida ou concebida  pelo homem e uma impossibilidade técnica ainda hoje.

Os registros soviéticos informam que um contato foi tentado em várias ocasiões, mas, além de algumas reações a essas tentativas óbvias (tais como alterar o tom dos sons ou movimento da fonte sonora aparente), as tentativas de contatar o autor do quacker (supostamente) nunca deram em nada. Estima-se que o Quacker seja um dos mais bem documentados casos de OSNIs do mundo.

A parte interessante é que o pico de registros do quacker ocorreu no final da década de 1970, quando as áreas onde os sons apareciam começaram a se multiplicar e se espalhar ao longo do Mar de Barents para outras áreas, incluindo o Mar do Norte e do Atlântico Norte em geral. A própria Academia Soviética de Ciências foi convidada para criar uma comissão conjunta com os representantes da Marinha, já que os anos 70 foram turbulentos na geopolítica mundial, de modo que este fenômeno foi identificado como um potencial risco de segurança nacional (como os ufos!).

Esta comissão trabalhou por cerca de uma década sobre os dados colhidos no local do Quacker, mas apesar das investigações extensivas os resultados permaneceram inconclusivos, e o grupo de estudo acabou por ser dissolvido. Durante a década de 80 o fenômeno lentamente desapareceu, e agora tudo leva a crer que os quackers já tenham desaparecido completamente.

Assim, considerando que o submarino USS Trepang estava em uma “missão científica” no mar do norte justo na época mais quente do Quark, e segundo os registros históricos, “contatos foram feitos”, não seria essa viagem uma dessas tentativas?

É cedo ainda para afirmar que as fotografias do submarino são reais. Podem evidentemente ser fraudes, e por isso há agora uma corrida para achar o tal submarinista cujo nome é John Klika, já que ele pode ser uma testemunha chave no aprofundamento deste caso.

Bom, espero que vocês tenham gostado desse post tanto quanto eu. O assunto ufos é uma das maiores fronteiras do desconhecido, e tudo isso é fascinante demais para deixar passar.

Revisão: Sr. Black
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