Descrição alguma do plano mental seria completa sem uma informação sobre o que é conhecido como Registros Âkâsicos.

Eles constituem a única história segura do mundo, e são considerados, muitas vezes, como a memória da natureza, também como o verdadeiro Registro Cármico, ou o Livro do Lipika

A palavra âkâsico é, de certa forma, uma denominação imprópria, pois, embora os registros sejam lidos do âkâsa, ou matéria do plano mental, contudo não pertencem realmente a esse plano.

Denominação ainda pior, que foi com frequência usada na antiga literatura sobre o assunto, é o de “registros da luz astral”, porque estão muito além do plano astral, e só relances deles podem ser encontrados no plano astral, conforme veremos logo adiante.

A palavra âkâsico é conveniente apenas porque é no plano mental que primeiro nos pomos, positivamente, em contato com os registros, e achamos possível fazer trabalho seguro com eles.

O estudante já está familiarizado com o fato de que conforme uma pessoa se desenvolve, seu corpo causal, que determina os limites de sua aura, aumenta em tamanho, bem como em luminosidade e pureza de cor.

Acompanhando essa concepção para um nível imensamente mais alto, chegamos à ideia de que o Logos Solar compreende em Si o conjunto de nosso sistema solar.

Daí tudo quanto acontece dentro do nosso sistema estar dentro da consciência do Logos. Assim, vemos que o verdadeiro registro é a Sua memória.

Ademais, é igualmente claro que em qualquer plano em que essa memória exista, só pode estar muito acima de tudo quanto conhecemos.

Consequentemente, sejam quais forem os registros que estivermos em condição de ler, devem ser apenas um reflexo do grande original, espelhado no denso meio dos planos inferiores.

Temos conhecimento desses registros nos planos búdico, mental e astral, vamos descrevê-los em ordem inversa.

No plano astral, o reflexo é excessivamente imperfeito.

Os registros que ali podem ser vistos são fragmentados em extremo, e muitas vezes seriamente deturpados.

A analogia da água, tantas vezes usada como símbolo do mundo astral, torna-se vastamente adaptável a esse caso.

Um reflexo claro em água parada é – para dizer o melhor – apenas um reflexo que representa, em duas dimensões, objetos que são tridimensionais, e mostram apenas seu feitio e cor; e mais: os objetos aparecem invertidos.

Se a superfície da água estiver encrespada, o reflexo fica tão partido e distorcido que se torna quase inútil, e mesmo enganador, como guia para a forma real e a aparência dos objetos refletidos.

No plano astral, jamais podemos ter nada que se aproxime de uma face imóvel.

Pelo contrário, temos de tratar com uma face que está sempre em espantosa movimentação.

Por isso, dela não podemos depender para termos um reflexo claro e definido.

Assim, um clarividente que possua apenas a faculdade da visão astral, nunca pode confiar em qualquer quadro do passado que se apresente diante dele como sendo exato e perfeito. Aqui e ali, alguma parte dele pode ser assim, mas ele não tem possibilidade de saber quais são essas partes.

Com um longo e cuidadoso treinamento, poderá aprender a distinguir entre impressões seguras e inseguras, e a construir, a partir de reflexos fragmentados, algum tipo de imagem do objeto refletido.

Habitualmente, entretanto, muito antes que ele tenha dominado essas dificuldades, terá desenvolvido a visão mental, que torna desnecessário esse trabalho.

No plano mental as condições são muito diferentes. Ali, o registro é completo e exato, e também é impossível errar na sua leitura.

Quer dizer que qualquer número de clarividentes, usando a visão mental e examinando um dado registro, vê precisamente o mesmo reflexo, e cada qual obteria uma impressão correta da sua leitura.

Com as faculdades do corpo causal, a tarefa de ler os registros ainda é mais fácil.

Parece, na verdade, que para a perfeição da leitura (tanto quanto é possível no plano mental) o Ego deve estar inteiramente desperto, de forma a poder usar a matéria atômica do plano mental.

É bem sabido que se certo número de pessoas testemunha determinado acontecimento no plano físico, seus relatos quase sempre mostrarão grandes diferenças.

Isso acontece pela observação defeituosa, pois cada qual vê apenas os aspectos do caso que mais o impressionaram.

Essa equação pessoal não afetará apreciavelmente as impressões recebidas no caso de uma observação no plano mental, porque cada observador captará completamente todo o assunto, e por isso ser-lhe-ia impossível vê-lo em partes fora de proporção.

Erro, contudo, pode facilmente ocorrer quando se transferem as impressões para os planos inferiores, e podemos agrupar, a grosso modo, as razões que determinam tal coisa como as devidas ao próprio observador, e as devidas às dificuldades, ou antes, às impossibilidades inerentes de realizar com perfeição aquela tarefa.

Na natureza das coisas, só uma pequena fração de uma experiência no plano mental pode ser expressa em palavras físicas.

Por isso, desde que cada expressão deve ser parcial, há obviamente alguma possibilidade de escolha, ao selecionar a parte expressa.

Por esse motivo, investigações clarividentes feitas por dirigentes teosofistas são constantemente revisadas e verificadas por mais de um investigador, antes de serem publicadas.

Além da equação particular, contudo, há ainda as dificuldades inerentes ao ato de trazer as impressões de um plano superior para o inferior.

Para que se compreenda isso, é útil usar a analogia da arte da pintura.

Um pintor tem de tentar reproduzir um objeto tridimensional sobre uma superfície plana que, naturalmente, não tem mais do que duas.

Mesmo o quadro mais perfeito está, na realidade, quase que infinitamente longe de ser uma reprodução da cena que representa, porque dificilmente uma linha simples, ou um ângulo dessa pintura podem ser os mesmos do objeto copiado.

Será, simplesmente, uma talentosa tentativa para reproduzir, em um só dos sentidos, por meio de linhas e cores sobre uma superfície plana, uma impressão semelhante à que a cena real despertaria em nós.

Ela pode não nos transmitir nada, exceto pela sugestão dependente de nossa própria experiência anterior; por exemplo, o bramido do oceano, o perfume das flores, o sabor da fruta, a dureza ou a brandura das superfícies.

Muito maiores são as dificuldades sentidas por um clarividente, empenhado em expressar fenômenos mentais na linguagem do plano físico, porque, tal como expusemos em capítulo anterior, o mundo mental tem cinco dimensões.

A aparência dos registros varia até certo ponto, de acordo com as condições sob as quais são vistos.

No plano astral, o reflexo costuma ser um simples quadro, embora ocasionalmente as figuras vistas sejam dotadas de movimento.

Nesse caso, em lugar de um simples instantâneo, ocorreu um reflexo mais longo e mais perfeito.

No plano mental, eles têm dois aspectos largamente diferentes.

Primeiro: se o observador não está pensando especialmente neles, os registros simplesmente formam um ambiente para o que quer que esteja acontecendo.

Sob tais condições, passam a ser meros reflexos da incessante atividade de uma grande Consciência, em plano muitíssimo mais elevado, e tomam aparência muito semelhante à de um filme cinematográfico.

A ação das figuras refletidas é constante; é como se estivéssemos observando atores num palco distante.

Segundo: se o observador treinado voltar a sua atenção para uma cena em particular, então, sendo aquele o plano do pensamento não-embaraçado, a cena é instantaneamente colocada diante dele.

Assim, se desejasse ver o desembarque de Júlio César na Bretanha, num momento se encontraria, não olhando para um quadro, mas realmente de pé na praia, entre os legionários, com toda a cena se desenrolando em torno dele, precisamente como a teria visto se ali estivesse estado quando o fato ocorreu, em 55 a.C. Os atores estão, como é natural, inteiramente inconscientes de si mesmos, pois não passam de reflexos; nem qualquer esforço do observador pode mudar o curso da ação.

Ele, porém, poderá controlar o ritmo com que o drama se desenrola diante dele.

Pode assim fazer com que os acontecimentos de um ano tenham lugar diante dele em uma hora.

Pode, também, deter o movimento a qualquer instante, e manter uma cena particular diante de si pelo tempo que desejar.

Não só ele vê tudo quanto teria visto fisicamente, se estivesse presente quando os eventos ocorreram, mas ouve e compreende o que as pessoas dizem, e está consciente de seus pensamentos e motivos.

Há um caso especial, em que o espectador pode entrar em contato ainda mais íntimo com os registros.

Se ele está observando uma cena em que tomou parte pessoalmente em vida anterior, tem duas possibilidades diante de si: primeira, pode olhar da forma usual, apenas como espectador, embora (conforme ficou indicado acima) com uma percepção e simpatia perfeitas; segunda, pode, mais uma vez, identificar-se com a sua personalidade de há muito morta e sentir, outra vez, os pensamentos e as emoções daquele tempo.

Recupera, de fato, da consciência universal, aquela porção a que ele próprio estivera associado.

O estudante compreenderá facilmente as maravilhosas possibilidades que se abrem diante do homem que está na posse integral do poder de ler à vontade os registros âkâsicos.

Pode rever com calma a história, corrigindo os muitos erros e enganos que se insinuaram nos relatos feitos pelos historiadores.

Pode, também, observar, por exemplo, as mudanças geológicas que tiveram lugar, e os cataclismos que alteraram a face da Terra muitas vezes.

Quase sempre é possível determinar a data de qualquer registro que possa ser examinado, mas isso requer considerável trabalho e engenhosidade.

Há muitas formas de fazer isso.

Primeiro: o observador pode ver na mente de uma pessoa inteligente, que esteja presente na cena, e ver de que época ela imagina ser.

Segundo: pode observar a data escrita numa carta ou documento.

Assim que tenha certeza da data, digamos que de acordo com a cronologia grega ou romana, trata-se apenas de fazer o cálculo para reduzi-la ao sistema usado presentemente.

Terceiro: pode voltar-se para algum registro contemporâneo, cuja data pode ser facilmente acertada através das fontes históricas habituais.

Quanto às épocas relativamente recentes, não há grande dificuldade para a certeza das datas.

Tratando-se, porém, de tempos bem mais antigos, devemos empregar métodos especiais. Mesmo que a data possa ser lida na mente de alguém que faz parte do quadro, ainda pode ser difícil relacionar esse sistema de datas com as do observador.

Em tais casos o observador pode, em quarto lugar, fazer com que os registros passem diante dele (o que ele pode fazer a qualquer velocidade, tal como um ano num segundo, ou mais depressa ainda, se quiser) e contar os anos a partir de uma data conhecida.

Em tais casos será preciso, naturalmente, formar alguma ideia aproximada do período, pela aparência geral do ambiente, a fim de que não haja uma série demasiado longa de anos a contar.

Quarto: quando se trata de milhares de anos, o processo acima seria demasiado tedioso para ser prático.

O observador, como alternativa, pode notar o ponto do céu para o qual o eixo da Terra está apontando, e calcular a data pela data conhecida em relação àquela rotação secundária da Terra, denominada precessão dos equinócios.

Quinto: em registros extremamente antigos de fatos que se passaram há milhões de anos, o período da precessão dos equinócios (aproximadamente 26.000 anos) pode ser usado como uma unidade.

Nesses casos a exatidão absoluta não é exigida, já que a data em números redondos é suficiente para todos os propósitos práticos relacionados com épocas tão remotas.

A leitura exata dos registros é possível apenas depois de cuidadoso treinamento.

Como vimos, a visão mental é necessária, antes que qualquer leitura digna de confiança possa ser feita.

Realmente, para minimizar a possibilidade de erro, a visão mental deve estar completamente dominada pelo investigador quando acordado em seu corpo físico; para obter isso, anos de trabalho e de rígida disciplina são necessários.

Ademais, como os verdadeiros registros estão num plano presentemente muito além do nosso saber, o compreendê-los perfeitamente exige faculdades de uma ordem muito mais elevada do que qualquer uma das que a humanidade já conseguiu desenvolver.

Assim, nossa visão presente de todo o assunto deve ser necessariamente imperfeita, porque o estamos vendo de um ponto abaixo e não acima.

Os registros âkâsicos não devem ser confundidos com simples formas-pensamento feitas pelos homens, que existem em grande abundância, tanto no plano astral como no mental.

Assim, por exemplo, tal como vimos no Capítulo VIII, qualquer grande acontecimento histórico, que tenha sido constantemente recordado e vividamente imaginado por vasto número de pessoas, existe como definida forma-pensamento no plano mental.

O mesmo acontece com os personagens do drama, da ficção, etc. Tais produtos do pensamento (note-se, que, com frequência, trata-se de pensamentos ignorantes ou inexatos) são muito mais fáceis de ver do que os verdadeiros registros âkâsicos, porque, conforme dissemos, a leitura desses registros requer treinamento, enquanto que para ver as formas-pensamento de nada mais se precisa senão de um relance de olhos pelo plano mental.

Daí o fato de muitas visões de santos, de videntes, etc. não serem os verdadeiros registros, mas simples formas-pensamento.

Um método de ler os registros é através da psicometria.

Parece que há uma espécie de ligação magnética de afinidade entre qualquer partícula da matéria e o registro que contém a sua história.

Cada partícula leva consigo, para sempre, a impressão de tudo quanto ocorreu em torno de si.

Essa afinidade possibilita-a a agir como uma espécie de condutor entre o registro e as faculdades de quem quer que o possa ler.

O clarividente destreinado habitualmente não pode ler os registros sem tal ligação física para se pôr em relação com o assunto desejado.

Esse método de exercício da clarividência é a psicometria.

Assim, se um fragmento de pedra pertencente, digamos, a Stonehenge é dado a um psicometrista, ele verá, e poderá descrever, as ruínas e a região que as circunda.

Além disso poderá também ver alguns dos acontecimentos passados, com os quais Stonehenge estava associada, tal como cerimônias druídicas, por exemplo.

É bastante provável que a memória comum seja uma outra expressão do mesmo princípio. As cenas através das quais passamos, durante o curso de nossas vidas, parecem agir sobre as células do cérebro de tal maneira que estabelecem uma conexão entre essas células e a porção dos registros com os quais estivemos associados, e, assim, “recordamos” o que vimos.

Mesmo um clarividente treinado precisa de uma ligação que lhe dê a possibilidade de encontrar o registro de um acontecimento do qual não tenha conhecimento prévio. Há várias formas através das quais isso pode ser feito.

Primeiro, se ele visitou o local do evento, pode evocar a imagem daquele ponto, e então percorrer os registros até encontrar o período desejado. Segundo, se ele não viu o local do evento, pode retroceder no tempo até a data da ocorrência, procurar o que deseja, e então examinar os registros do período, quando não terá dificuldade para identificar qualquer pessoa importante relacionada com o caso; poderá, então, percorrer os registros dessa pessoa até chegar ao evento que está procurando.

Vemos, assim, que o poder de ler a memória da natureza existe nos homens em vários graus.

Há os poucos clarividentes treinados que podem consultar por si mesmos os registros, quando desejem; há o psicometrista que precisa de um objeto relacionado com o passado, a fim de se pôr em contacto com esse passado; há a pessoa que consegue lampejos ocasionais, espasmódicos, do passado; há os que usam a bola de cristal como telescópio astral, que é menos seguro para contemplar alguma cena do passado.

Muitas das manifestações inferiores desse poder são exercidas inconscientemente. Assim, muitos dos que usam a bola de cristal veem cenas do passado, sem poder distingui-las das cenas do presente.

Outras pessoas vagamente psíquicas veem constantemente quadros surgindo diante de seus olhos, sem mesmo compreender que estão, realmente, psicometrando os vários objetos que estão em torno delas.

Uma variante desse tipo de pessoas é o homem que pode psicometrar apenas pessoas, e não objetos inanimados, coisa que é mais comum.

Na maioria dos casos essa faculdade aparece erraticamente.

Tais psíquicos, ao encontrar um estranho, veem, às vezes, num lampejo, algum acontecimento importante da vida desse estranho, e em outras ocasiões não recebem impressão especial nenhuma.

Mais raramente, encontram-se pessoas que conseguem visão pormenorizada da vida pregressa de todos aqueles com quem se encontram.

Um dos melhores exemplos dessa classe é, provavelmente, o do alemão Zschokke, que descreve circunstancialmente em sua autobiografia essa sua notável faculdade.

Embora esteja fora do escopo deste livro tratar do plano búdico, ainda assim, em atenção àintegridade, vamos nos referir, brevemente, aos registros que existem nesse plano.

Os registros considerados como Memória da Natureza, são, no plano búdico, muito mais do que memória, no sentido comum da palavra. Naquele plano, tempo e espaço já não são limitações.

O observador não precisa passar por uma série de eventos, porque o passado e o presente, bem como o futuro, lhe são apresentados simultaneamente, porque ele está no que é chamado o “Eterno Agora” – por mais sem sentido que possam parecer essas palavras no plano físico.

Infinitamente abaixo da consciência do Logos, como está mesmo o plano búdico, é claríssimo que o “registro” não é simplesmente uma memória, porque tudo quanto aconteceu no passado, ou acontecerá no futuro, está acontecendo agora diante de Seus olhos, tal como estão os eventos daquilo que chamamos presente.

Por incrível que pareça, nem por isso deixa de ser uma verdade.

Uma analogia simples, e puramente física, pode ajudar uma compreensão parcial, não realmente do futuro, mas do passado e do presente como sendo vistos simultaneamente.

Comecemos por aceitar apenas duas premissas: primeira, que a luz física pode viajar através do espaço indefinidamente, em sua velocidade usual, e sem perda; segunda, que o Logos, sendo onipresente, deve estar em todos os pontos do espaço, não sucessivamente, mas simultaneamente.

Aceitando essas premissas, segue-se, necessariamente, que tudo que já aconteceu, desde o começo do mundo, deve estar ocorrendo, neste mesmo momento, diante dos olhos do Logos – não como simples memória do fato, mas como verdadeira ocorrência, que agora está sob Sua observação.

Ademais, por um simples movimento de consciência através do espaço, o Logos estaria não sócontinuamente consciente de cada evento que já aconteceu, como também estaria consciente de cada evento do momento, em qualquer velocidade que deseje, quer seja para frente (tal como julgamos o tempo), quer para trás.

A explicação, contudo, conforme a expusemos, não parece lançar luz sobre o problema de ver o futuro, que deverá permanecer inexplicado, fora de considerações metafísicas, atendo-nos às declarações daqueles que puderam exercitar, até certo ponto, a faculdade de ver acontecimentos futuros.

O futuro não pode ser visto tão claramente como o passado, porque a faculdade de ver o futuro pertence a um plano mais elevado.

Além disso, embora seja bastante possível no plano mental, ainda assim não é perfeita, porque quando a mão do homem evoluído toca a tela do destino, sua vontade poderosa introduz novos fios, e muda o padrão da vida que está para vir.

O curso do homem comum, não-desenvolvido, que praticamente não tem vontade própria, por assim dizer, pode muitas vezes ser previsto bastante claramente; mas quando o Ego corajosamente toma seu futuro em suas próprias mãos, a previsão exata torna-se impossível.

O homem que pode usar seu corpo âtmico, pode se pôr em contato com a Memória Universal, para além dos limites até mesmo de sua própria Cadeia.

Fonte: Capítulo  do livro “O Corpo Mental” de Arthur E. Powell

Revisão: SR.Black

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