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Início Rumo a Nova Humanidade Cosmos #COSMOS – Pandemia Viral Marciana

#COSMOS – Pandemia Viral Marciana

O meio ambiente de Marte ainda não é conhecido em grande detalhe, o que pode representar uma ameaça às missões humanas a este planeta, segundo diz a investigadora da NASA Catharine Conley.

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Preparar o futuro da missão da NASA para transportar seres humanos a Marte está liderando a agência espacial dos EUA a considerar questões como o que fazer se um astronauta doente durante a viagem de volta e não se sabe se a infecção tenha ocorrido no planeta vermelho.

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Os especialistas sugerem que os efeitos de um vírus extraterrestre pode ser muito perigoso, porque poderia provocar, uma praga incontrolável mortal na Terra.
Por agora, a NASA está proposta para monitorar a saúde dos astronautas meticulosamente durante todas as fases da missão, a fim de “justificar para as pessoas da Terra que, se um astronauta ficar doente não é algo origem desconhecida marciano, mas totalmente normal dentro do previsível “; Cassie Conley afirmou, o Escritório de Proteção Planetária da NASA.

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Por exemplo, sabemos que estar confinado em ambientes pequenos por centenas de dias provoca congestão nasal e erupções cutâneas.
Além disso, a NASA também está trabalhando em fazer todo o possível para minimizar as chances de que os astronautas possam ficar doentes durante a missão.
Por exemplo, os exploradores humanos terão que se afastar de “regiões especiais”, ou seja, áreas onde as condições permitam aos micróbios terrestres sobreviver e se reproduzir.

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Vírus Gigante Marciano encontrado em uma sonda 

Também não irão pôr o pé em um cenário marciano que não tenha sido visitado e explorado pela primeira vez por um robô.

Estas e outras orientações fazem parte de um protocolo de proteção planetária elaborado em 2008 pela Comissão de Pesquisas Espaciais (COSPAR) integrado no Conselho Internacional para a Ciência.
Tanto a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA) estão empenhados em seguir este protocolo, cuja prioridade é proteger a Terra de qualquer possível “contaminação de volta” por algum vírus de Marte.

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O meio ambiente de Marte ainda não é conhecido em grande detalhe, o que pode representar uma ameaça às missões humanas a este planeta, segundo diz a investigadora da NASA Catharine Conley.

Por exemplo, “o cloro que voa em meio da poeira marciana” poderá ser um perigo para a saúde humana, disse Conley em uma entrevista concedida ao portal Space.com.

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“A vantagem de ter humanos no espaço consiste em que eles são muito mais flexíveis do que os robôs, mas eles poderão contaminar Marte com substâncias terrestres”, destacou a especialista.

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Entretanto, os astronautas terão que garantir que os micróbios extraterrestres não serão trazidos para a Terra de volta, já que eles podem se disseminar sem controle. Porém, da mesma forma é importante assegurar que os micróbios presentes na Terra não contaminem outros planetas.

Preservar a integridade científica das amostras coletadas em planetas como Marte será fundamental para conhecer melhor o processo de formação do Sistema Solar e, eventualmente, saber mais sobre as origens e a evolução da vida na Terra. Tudo isso levou a NASA a publicar um relatório que enumera 25 lacunas nos conhecimentos humanos sobre a proteção dos planetas.
O relatório especifica três áreas primárias onde estas lacunas existem: a influência de micróbios espaciais na saúde humana, a forma como os contaminantes se deslocam em Marte e também entre missões em Marte e na Terra e, por fim, as medidas que possam controlar eventuais contaminações.

“Os recursos que estamos desenvolvendo para os participantes da missão Asteroid Redirect [Desviando um Asteroide] são uma boa plataforma de teste para aqueles recursos que eventualmente podemos criar em Marte”, concluiu a cientista.

Descoberto Vírus Marciano que pode dizimar a Terra

Foi descoberto, no meteorito marciano  nº FUC1916FEV30, um novo vírus da família Astroviridae – conhecido como.

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Meteoritos marcianos podem atingir a Terra após ter sido ejectado material rochoso da superfície marciana.

Os fragmentos marcianos resultantes, que se ejectaram de colisões com corpos exteriores ao planeta, podem estar à deriva  no espaço até serem atraídos pela gravidade da Terra, de Jupiter ou de outro corpo do Sistema Solar com massa suficiente. No caso da Terra, esse pedaço rochoso que é o meteoroide, atravessa a atmosfera terrestre e, caso não se desintegre, atinge a superfície terrestre. Um meteorito foi encontrado na Antarctida em 1916.

E foi analisado  por uma equipa de geólogos. Ao terem dividido a rocha ao meio, fizeram despertar a forma cristalina do virus que passou para o animal que estava no local da experiência (um Coelho), um novo vírus da família Astroviridae – conhecido como Astrolovirus.

Segue abaixo uma imagem do Astrolovirus tirada pela equipa que analisou o meteorito. A imagem está ampliada 1 milhar de milhão de vezes em relação ao tamanho real.

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Podem ser vistas glicoproteínas à superfície deste novo vírus que funcionam como receptores de várias moléculas. Já se comprovou que não há contaminação de vírus terrestres, contudo, os cientistas estão muito perplexos em ver certas incríveis semelhanças com a família Astroviridae da Terra.

É um vírus que está assombrando a comunidade científica pois parece que infectou um coelho de estimação de um dos geólogos.

O roedor não durou mais do que três horas.

O vírus é extremamente virulento e uma mutação pode ser o suficiente para passar ao homem num fenómeno conhecido como zoonose.

Há já vários outros animais que tiveram contacto com o coelho e que apresentaram os primeiros sintomas.

Ao que parece esta equipe vai marcar uma conferência de imprensa para dar informações do vírus que pode ser muito mais perigoso que o do Ebola e que o Zika.

O vírus destrói por completo as bainhas de mielina numa questão de minutos.

Se continuar a ser tão virulento e a sofrer uma taxa única de mutações, pode ser um caso extremamente grave pois pode ter a probabilidade de dizimar a humanidade.

Estamos atentos às notícias deste grave incidente que aconteceu após o geólogo ter rachado o meteorito ao meio, e tendo esquecido os meios preventivos para evitar fuga de possíveis agentes patogénicos desconhecidos da ciência, podendo disseminar toda a vida biológica do Planeta.

Revisão: SR.Black